Intestinos
O estômago de M. Mouse, acostumado aos mais ecléticos restos mortais da última bienal internacional, parecia ter aceitado bem as argumentações de Gullag, mas os intestinos nem tanto. Magrelo acabou borrifando com merda estética todo o decente sanitário da Fundação. O produto acabou se tornando objeto da pesquisa sórdida realizada por Dorico Vilibaldo na criteriosa composição do seu livro “Fezes”. E o banheiro se transformou em mais uma instalação inusitada de arte experimental.
Pura ironia do destino. Ou dos intestinos.

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