Trocadilho
Jezebel Junkle, uma bela jovem que estava aprontando horrores na nova safra de escritores brasileiros, falava de homens e mulheres dessa forma em suas famosas fábulas.
“Com apenas vinte e um anos, Jezebel e a sua narrativa pós-moderna chegaram para ficar e impor o seu estilo, ou a sua própria falta de estilo”, diziam os críticos mais avançadinhos. Mas, contrariando leitores e críticos entusiasmados, J. Junkle resolveu parar de escrever logo depois de publicar o seu segundo livro de contos... Ou melhor, fábulas.
Ela declarou aos poucos amigos do meio literário que com os seus dois best-sellers recebeu apenas uma mixaria, enquanto as editoras ganharam “fábulas”.
(...) Um trocadilho imperdoável para uma mente tão privilegiada (...) escreveu um jovem articulista do caderno de cultura de um jornal de tiragem nacional.

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